{"id":230,"date":"2018-02-21T17:30:06","date_gmt":"2018-02-21T20:30:06","guid":{"rendered":"http:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/?page_id=230"},"modified":"2018-06-01T16:09:23","modified_gmt":"2018-06-01T19:09:23","slug":"minicurso","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/minicurso\/","title":{"rendered":"Minicursos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">As inscri\u00e7\u00f5es nos minicursos devem ser realizadas do<strong> dia 03 de Abril at\u00e9 o dia 25 de maio<\/strong> diretamente com a organiza\u00e7\u00e3o do evento atrav\u00e9s do email: <a href=\"mailto:semanadehistoriaifg@gmail.com\">semanadehistoriaifg@gmail.com<\/a>. O t\u00edtulo do email deve ser \u201cInscri\u00e7\u00e3o em Minicurso\u201d e no corpo do email deve ser indicado o nome completo do inscrito e o minicurso de interesse. S\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel a inscri\u00e7\u00e3o em um minicurso.<\/p>\n<table width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"675\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> <strong>Educa\u00e7\u00e3o, Trabalho, Crise da Globaliza\u00e7\u00e3o e Pol\u00edticas Austericidas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">(Audit\u00f3rio Julieta Passos)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Proponente(s):<\/strong> Prof. Dra. Kamylla Pereira Borges ( UnB) e Prof. Ms. \u00c9rika Marinho Witeze (UFG)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O objetivo desse minicurso \u00e9 realizar uma an\u00e1lise de conjuntura do papel da educa\u00e7\u00e3o e do trabalho no contexto da crise da Globaliza\u00e7\u00e3o e das pol\u00edticas austericidas que a sociedade capitalista tem vivenciado nos \u00faltimos anos no Brasil e restante do mundo. Desde a instabilidade da economia global de 2008 uma grande transforma\u00e7\u00e3o entrou em curso, a distribui\u00e7\u00e3o desigual dos impactos da crise nas diferentes sociedades nacionais radicalizou as disparidades econ\u00f4micas entre os pa\u00edses e nutriu solu\u00e7\u00f5es regressivas por toda a parte. Um marco foi a decis\u00e3o do Reino Unido de abandonar a Uni\u00e3o Europeia. O ano de 2008 inaugurou uma crise que levou a desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica generalizada provocando turbul\u00eancias econ\u00f4micas globais que desestabilizaram pol\u00edticas nacionais e alimentaram o avan\u00e7o do autoritarismo. Aparentemente, o planeta entrou em uma fase de solu\u00e7\u00f5es protecionistas em lugar das receitas globalizantes. Diante dessas crises, o capitalismo, em busca de sua sobreviv\u00eancia, tem que proceder uma amplia\u00e7\u00e3o interna, transformando valores de uso em valores mercantis. Esse \u00e9 o fundamento das pol\u00edticas de \u201causteridade\u201d, provocar a acumula\u00e7\u00e3o por espolia\u00e7\u00e3o (desaparecimento dos direitos trabalhistas, ataques aos sistemas p\u00fablicos de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, aposentadoria e etc). Nesse contexto, o papel da educa\u00e7\u00e3o para a sociedade \u00e9 revisitado, surge uma nova perspectiva de educa\u00e7\u00e3o, que passa a ser vista tamb\u00e9m como um nicho emergente do mercado, fundamental para a amplia\u00e7\u00e3o interna do capitalismo. Portanto, buscaremos estudar a centralidade desses contextos socioecon\u00f4micos globais e nacionais para compreender as quest\u00f5es atuais relacionadas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e trabalho na sociedade capitalista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ANTUNES, R. A sociedade da terceiriza\u00e7\u00e3o total. Revista da Abet, v. 14, n.1, jan-jun, 2015, p. 6- 14.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BRAGA, R. A Rebeldia do precariado: trabalho e neoliberalismo no Sul global. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">FORSTER, J. B. Educa\u00e7\u00e3o e a crise estrutural do capital: O caso dos Estados Unidos. Perspectiva, Florian\u00f3polis, v. 31, n. 1, jan.\/abr 2013, p. 85-136.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">FRIGOTTO, Gaud\u00eancio. Fundamentos cient\u00edficos e t\u00e9cnicos da rela\u00e7\u00e3o trabalho e educa\u00e7\u00e3o no Brasil de hoje. In: LIMA, J\u00falio C.; NEVES, L\u00facia M. W. Fundamentos da educa\u00e7\u00e3o escolar no Brasil contempor\u00e2neo. Rio de Janeiro: Fiocruz\/EPSJV, 2006. p. 241-260.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MARX, K. Manuscritos econ\u00f4mico-filos\u00f3ficos. S\u00e3o Paulo:Martin Claret, 2001. 198p<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">________.Para a Cr\u00edtica da Economia Pol\u00edtica. In: GIANNOTI, J.A (org). Manuscritos economico-fil\u00f3soficos e outros textos escolhidos ( Os pensadores). S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, 1978, p.107-133.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">M\u00c9SZ\u00c1ROS, Istv\u00e1n. A crise estrutural do capital. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">___________. A educa\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do capital. S\u00e3o Paulo: Boitempo, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">SAVIANI, D. Trabalho e educa\u00e7\u00e3o: fundamentos ontol\u00f3gicos e hist\u00f3ricos. Revista brasileira de Educa\u00e7\u00e3o (12), 34. Jan\/abril 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">GRAMSCI, Antonio. Concep\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica da hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1978.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">____________. Os intelectuais e a organiza\u00e7\u00e3o da cultura. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1991.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"text-align: justify\">\n<td width=\"675\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> <strong>Da Ar\u00e1bia \u00e0 Ib\u00e9ria: a expans\u00e3o \u00e1rabe-isl\u00e2mica (610-1258)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">(Audit\u00f3rio Demartin Bizerra)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Proponente(s):<\/strong> Prof. Ms. Thiago Damasceno Pinto Milhomem<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">S\u00e3o not\u00e1veis o crescimento mundial do n\u00famero de fi\u00e9is do Isl\u00e3 e a influ\u00eancia da cultura \u00e1rabe em v\u00e1rias express\u00f5es humanas. Al\u00e9m disso, as presen\u00e7as dos povos \u00e1rabes e do Isl\u00e3 em v\u00e1rios notici\u00e1rios, influenciando no surgimento de diversos discursos sobre os mesmos, colocam \u00e1rabes e mu\u00e7ulmanos nas principais pautas geopol\u00edticas do mundo. Sendo assim, \u00e9 importante que n\u00e3o s\u00f3 o p\u00fablico em geral, mas tamb\u00e9m que pesquisadores e professores de Hist\u00f3ria conhe\u00e7am aspectos essenciais da cultura dos \u00e1rabes e da religi\u00e3o iniciada historicamente por eles, em princ\u00edpios do s\u00e9culo VII, na Pen\u00ednsula Ar\u00e1bica, e que se espalhou pelo Oriente M\u00e9dio, \u00c1sia, \u00c1frica e Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica no per\u00edodo hist\u00f3rico denominado \u201cIdade M\u00e9dia\u201d. Desse modo, o minicurso \u201cDa Ar\u00e1bia \u00e0 Ib\u00e9ria: a expans\u00e3o \u00e1rabe-isl\u00e2mica (610-1258)\u201d visa abordar elementos e conceitos chaves do percurso dos \u00e1rabes e do Isl\u00e3, apresentando uma vis\u00e3o panor\u00e2mica da hist\u00f3ria \u00e1rabe-isl\u00e2mica, perspectiva fundamental para in\u00edcios de pesquisas ou trabalhos em salas de aula.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ALCOR\u00c3O SAGRADO. 14 ed. S\u00e3o Paulo: MarsaM Editora Jornal\u00edstica, 2009, 860 p\u00e1ginas. Vers\u00e3o portuguesa diretamente do \u00e1rabe traduzida por Samir El Hayek.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ALMEIDA, Maria C\u00e2ndida Ferreira de. Palavras em viagem: um estudo dos relatos de viagens medievais mu\u00e7ulmanos e crist\u00e3os. In: Revista Afro-\u00c1sia, n\u00ba 32, Universidade Federal da Bahia, Bahia, Brasil, 2005, p. 83-114.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.academia.edu\/1840518\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">AN-NAW\u0100W\u012a, Ab\u016b Zakar\u012ba Ya\u1e25\u012ba Ibn \u0160ar\u0101f (org.). O jardim dos virtuosos. S\u00e3o Paulo: MarsaM Editora Jornal\u00edstica, 2016, 877 p\u00e1ginas. Tradu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o do \u00e1rabe para o portugu\u00eas por Samir El Hayek.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ANDRADE FILHO, Ruy. Os mu\u00e7ulmanos na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica. S\u00e3o Paulo: Contexto, 1997.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ARMSTRONG, Karen. Maom\u00e9: uma biografia do Profeta. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">___________. O Isl\u00e3. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">___________. Em nome de Deus: o fundamentalismo no juda\u00edsmo, no cristianismo e no islamismo. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BALTA, Paul. Isl\u00e3: uma breve introdu\u00e7\u00e3o. Porto Alegre, RS: L&amp;amp;PM, 2016.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BAMYEH, Mohammed A. \u00c1rabes e europeus: duas l\u00f3gicas antag\u00f4nicas de descoberta. In: Revista Cr\u00edtica de Ci\u00eancias Sociais, n\u00ba 38, dezembro de 1993, p. 87-103.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em: www.ces.uc.pt\/rccs\/includes\/download.php?id=522<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BISSIO, Beatriz. A viagem e as suas narrativas no Isl\u00e3 medieval. In: Revista Litteris, Rio de Janeiro, n\u00ba 04, edi\u00e7\u00e3o quadrimestral, mar\u00e7o de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em: revistaliter.dominiotemporario.com\/doc\/narrativasdeviagem.pdf\u200e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">___________. Espa\u00e7o e poder no Isl\u00e3: uma an\u00e1lise da civiliza\u00e7\u00e3o isl\u00e2mica cl\u00e1ssica a partir da sua rela\u00e7\u00e3o com o espa\u00e7o social. [online]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em: https:\/\/www.academia.edu\/16826922\/<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BONNASSIE, Pierre. Dicion\u00e1rio de Hist\u00f3ria Medieval. Lisboa: Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote, 1985.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CANEPA, Beatriz; OLIC, Nelson Bacic. Oriente M\u00e9dio e a Quest\u00e3o Palestina. 2 ed. S\u00e3o Paulo: Moderna, 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CHARTIER, Roger. A hist\u00f3ria cultural: entre pr\u00e1ticas e representa\u00e7\u00f5es. 2 ed. Lisboa: DIFEL, 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CUCHE, Denys. A no\u00e7\u00e3o de cultura nas ci\u00eancias sociais. Bauru: EDUSC, 1999.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">DEMANT, Peter. O mundo mu\u00e7ulmano. 3 ed. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano: a ess\u00eancia das religi\u00f5es. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2001.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">FERNANDES, F\u00e1tima Regina. Cruzadas na Idade M\u00e9dia. In: MAGNOLI, Dem\u00e9trio. (org.) Hist\u00f3ria das guerras. 3 ed. S\u00e3o Paulo, Contexto, 2006, p. 99-129.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">GEERTZ, Clifford. Observando o Isl\u00e3. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">HOURANI, Albert. Uma hist\u00f3ria dos povos \u00e1rabes. 2 ed. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 1994.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">HRBEK, Ivan. A desintegra\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Magreb. In: NIANE, Djibril Tamsir (org.). Hist\u00f3ria Geral da \u00c1frica IV: \u00c1frica do s\u00e9culo XII ao XVI. 2 ed. Bras\u00edlia: UNESCO, 2010, p. 89-115.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">____________; MOHAMMED, El Fasi. O advento do Isl\u00e3 e a ascens\u00e3o do Imp\u00e9rio Mu\u00e7ulmano. In: MOHAMMED, El Fasi (org.). Hist\u00f3ria Geral da \u00c1frica III: \u00c1frica do s\u00e9culo VII ao XI. Bras\u00edlia: UNESCO, 2010, p. 39-68<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">JAROUCHE, Mamede Mustafa. Uma po\u00e9tica em ru\u00ednas. In: AN\u00d4NIMO. Livro das mil e uma, Volume I: ramo s\u00edrio. 3 ed. S\u00e3o Paulo: Globo, 2006, p. 11-35.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LINGS, Martin. Mu\u1e25ammad: a vida do Profeta do Isl\u0101m segundo as fontes mais antigas. S\u00e3o Paulo: Attar, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MAALOUF, Amin. As cruzadas vistas pelos \u00e1rabes. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 1988.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MACEDO, Jos\u00e9 Rivair. Hist\u00f3ria da \u00c1frica. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MA\u00cdLLO SALGADO, Felipe. Diccionario de historia \u00e1rabe &amp;amp; isl\u00e1mica. Madrid: Abada Editores, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MANZANO MORENO, Eduardo. As fontes \u00e1rabes sobre a conquista de Al-Andalus: uma nova interpreta\u00e7\u00e3o. In: Hispania, LIX\/2, n\u00ba 202, 1999, p. 389-432.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dispon\u00edvel em: http:\/\/digital.csic.es\/bitstream\/10261\/14014\/1\/20090625144339539.pdf<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">PUIG MONTADA, Josep. A l\u00edngua \u00e1rabe. In: PEREIRA, Rosalie Helena de Souza (org.). O Isl\u00e3 Cl\u00e1ssico: itiner\u00e1rios de uma cultura. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 2007, p. 51-67.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">PACE, Enzo. Sociologia do Isl\u00e3: fen\u00f4menos religiosos e l\u00f3gicas sociais. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">SAID, Edward W. Orientalismo: O Oriente como inven\u00e7\u00e3o do Ocidente. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2007.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">SONN, Tamara. Uma breve hist\u00f3ria do Isl\u00e3. Rio de Janeiro: Jos\u00e9 Olympio, 2011.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"675\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>T\u00edtulo:\u00a0Cora\u00e7\u00f5es Sujos e Gargantas limpas: da censura e exclus\u00e3o do Estado Novo \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de mil\u00edcias ultranacionalistas de imigrantes nip\u00f4nicos \u2013 o caso Shindo\u2013Renmei e suas novas narrativas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Proponente(s):<\/strong>\u00a0Dr. Diego Avelino De Moraes Carvalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Shindo-Renmei (\u201cLiga do Caminho dos S\u00faditos\u201d) se tratou de uma organiza\u00e7\u00e3o paramilitar de origem nip\u00f4nica que se formou no interior do Estado de S\u00e3o Paulo, no per\u00edodo do p\u00f3s-guerra. Tal mil\u00edcia agia no sentido obtuso de \u201cpreservar o verdadeiro esp\u00edrito nip\u00f4nico\u201d (Yamatodamashi &#8211; \u5927 \u548c\u9b42 ) combatendo aquilo que nomeavam de \u201cfalsa propaganda inimiga\u201d: a aceita\u00e7\u00e3o por parte de membros da col\u00f4nia na \u201csuposta\u201d rendi\u00e7\u00e3o do Jap\u00e3o na II Grande Guerra. Para os membros da Shindo, crer nesse discurso seria violar a pr\u00f3pria identidade japonesa, traindo a p\u00e1tria e o imperador. A \u00fanica remiss\u00e3o poss\u00edvel: a morte (simples ou ritual\u00edstica). Fato \u00e9 que pouco se sabe da origem dessa mil\u00edcia e, principalmente, o seu real desiderato\/desintegra\u00e7\u00e3o. A proposta deste minicurso &#8211; enquanto exposi\u00e7\u00e3o da tese de doutoramento do proponente &#8211; \u00e9 operar um resgate da hist\u00f3ria e da mem\u00f3ria da (i)(e)migra\u00e7\u00e3o japonesa no Brasil, suas agruras e desafios, discursos e pol\u00edticas subjacentes a este evento marcante de nossa hist\u00f3ria, e que levou, nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, a col\u00f4nia nip\u00f4nica a um processo de isolamento\/exclus\u00e3o\/censura que foi muito melindroso para a situa\u00e7\u00e3o de vida do colono, sobretudo a partir das medidas restritivas e punitivas do Estado Novo. Intenta-se com esse minicurso apresentar uma vasta pesquisa sobre o tema, ofertando novas perspectivas sobre o caso Shindo-Renmei, aprofundando nos meandros da hist\u00f3ria da (i) (e)migra\u00e7\u00e3o japonesa, demonstrando como a figura do imigrante japon\u00eas se afirmou no \u00e1rduo processo de garantir sua identidade\/integridade &#8211; cap\u00edtulo este ingl\u00f3rio da hist\u00f3ria do Brasil, marcado por traumas e sil\u00eancios, mas que p\u00f4de ser ouvido e sentido atrav\u00e9s de um herc\u00faleo esfor\u00e7o historiogr\u00e1fico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CARVALHO, Diego A. M. O mart\u00edrio no sol poente: das agruras (e)(i)migrat\u00f3rias \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de mil\u00edcias ultranacionalistas no contexto do p\u00f3s- guerra no Brasil \u2013 o caso Shindo-Renmei (1868 \u2013 1956). Tese de Doutorado. Goi\u00e2nia: PPGH-UFG, 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">DA SILVA Carlos Leonardo Bahiense. Em nome do imperador: reflex\u00f5es sobre a Shindo Renmei e sua campanha pela preserva\u00e7\u00e3o da etnicidade japonesa no Brasil (1937-1950). Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Rio de Janeiro, UFRRJ, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">DEZEM, Rog\u00e9rio. Shindo-Renmei: Terrorismo e Repress\u00e3o \u2013 M\u00f3dulo III \u2013 Japoneses . S\u00e3o Paulo, Arquivo do Estado\/Imprensa Oficial. 2000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">______.Hi-no- maru manchado de sangue: a Shindo Renmei e DOPS\/SP. In: CARNEIRO, Maria Luiza Tucci &amp;amp; TAKEUCHI, Marcia Yumi [ORG.]. Imigrantes Japoneses no Brasil: Trajet\u00f3ria, Imagin\u00e1rio e Mem\u00f3ria. 1\u00b0 ed. S\u00e3o Paulo: Editora da Universidade de S\u00e3o Paulo, 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">HATANAKA, Maria L\u00facia Eiko. O processo judicial da Shindo Renmei \u2013 Um fragmento da hist\u00f3ria dos imigrantes no Brasil. S\u00e3o Paulo, Funda\u00e7\u00e3o Jap\u00e3o: 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">LESSER, Jeffrey. O DEOPS e a Shindo-Renmei. Revista Hist\u00f3rica, Arquivo do Estado de S\u00e3o Paulo, n\u00b0 6, p. 12-16, 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MIRANDA, M\u00e1rio Botelho. Shindo Renmei \u2013 Terrorismo e extors\u00e3o. S\u00e3o Paulo, Saraiva, 1948.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MIWA, Marcela Jussara. Narciso no imp\u00e9rio dos cris\u00e2ntemos: interpretando o movimento Shindo Renmei. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Campinas, SP: PPGCP, 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">MORAIS, Fernando. Cora\u00e7\u00f5es sujos. S\u00e3o Paulo, Companhia das Letras, 2000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">NEVES, Herculano. O Processo da \u201cShindo-Remmei\u201d e demais associa\u00e7\u00f5es secretas japonesas no Brasil. S\u00e3o Paulo: Linogr\u00e1fica Editora ltda., 1960.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">PERAZZO, Priscila Ferreira. Prisioneiros de guerra: a reclus\u00e3o dos imigrantes indesej\u00e1veis (Brasil: 1942-1945). S\u00e3o Paulo: PROIN. Semin\u00e1rios \u2013 no 3 Crime, Criminalidade e Repress\u00e3o no Brasil Rep\u00fablica, 2003.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"height: 897px\" width=\"685\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"566\">\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> <strong>Hist\u00f3ria e epistolografia: escrita e leitura de cartas na constru\u00e7\u00e3o do saber hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">(Cinemateca)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Proponente(s):<\/strong> Prof. Dr. Paulo Miguel Fonseca (IFG)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O minicurso versar\u00e1 sobre os m\u00e9todos de an\u00e1lise epistolar. Discutiremos as formas de an\u00e1lise de cartas, os sentidos de autoridade sobre o texto escrito, os modelos e manuais de escrita de cartas, a difus\u00e3o da pr\u00e1tica de correspond\u00eancia no s\u00e9culo XVIII e as formas de sociabilidades das trocas epistolares<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">ANAST\u00c1CIO, Vanda (coord.). Correspond\u00eancias: usos da carta no s\u00e9culo XVIII: actas do congresso Internacional Correspond\u00eancias no S\u00e9culo XVIII. Lisboa: Edi\u00e7\u00f5es Colibri e Funda\u00e7\u00e3o das Casa de Fronteira e Alorna, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">BASTOS, Maria Helena C\u00e2mara; CUNHA, Maria Teresa Santos; MIGNOT, Ana Chrystina Ven\u00e2ncio (Orgs.). Destinos das letras: hist\u00f3ria, educa\u00e7\u00e3o e escrita epistolar. Passo Fundo: UPF, 2002.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CHARTIER, Roger. Figuras do autor. In: A ordem dos livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os s\u00e9culos XIV e XVIII. Bras\u00edlia: Editora da UnB, 1994, p. 33-65.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">CONCEI\u00c7\u00c3O, Adriana Angelita da. A pr\u00e1tica epistolar moderna e as cartas do Vice-Rei D. Lu\u00eds de Almeida, o Marqu\u00eas do Lavradio: sentir, escrever e governar (1768-1779). S\u00e3o Paulo: Alameda, 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">FOUCAULT, Michel. O que \u00e9 um autor? 7. ed. Lisboa: Nova Vega, 2009.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">GALV\u00c3O, Walnice Nogueira e GOTLIB, N\u00e1dia Battella (org.). Prezado senhor, prezada senhora: estudos sobre cartas. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">GOMES, \u00c2ngela de Castro (org.). Escrita de si, escrita da Hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2004.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">TIN, Emerson (org.). A arte de escrever cartas: An\u00f4nimo de Bol\u00f4nha, Erasmo de Rotterdam, Justo L\u00edpsio. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2005.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"height: 247px\" width=\"684\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"566\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong>\u00a0<strong>A Ditadura Empresarial-Militar no Brasil (1964-1985): Sob o signo do Transformismo<\/strong><\/p>\n<p>(Audit\u00f3rio Djalma Maia)<\/p>\n<p><strong>Proponente(s):<\/strong> Prof. Ms. Paulo Win\u00edcius Teixeira (IFG)<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Desde a transi\u00e7\u00e3o da Ditadura Militar \u00e0 Nova Rep\u00fablica, iniciada em meados dos anos 70, o processo de disputa pol\u00edtica no Brasil \u00e9 fortemente marcado pelo transformismo. O m\u00e9todo transformista foi adotado no processo de modifica\u00e7\u00f5es moleculares sofrido pelo Estado autocr\u00e1tico burgu\u00eas brasileiro, que de sua forma ditatorial-militar, embasada num projeto econ\u00f4mico de perfil desenvolvimentista e industrializante, assumiu a atual forma democr\u00e1tico-liberal, sob hegemonia neoliberal. Neste longo processo, a autocracia burguesa foi sendo modificada, na medida em que as contradi\u00e7\u00f5es sociais e pol\u00edticas geradas pelo modelo econ\u00f4mico e pol\u00edtico vigente suscitaram a emerg\u00eancia de novos atores pol\u00edticos e sociais, portadores de uma perspectiva anti-autocr\u00e1tica e reformista. No entanto, o bloco no poder foi capaz de passivizar esta perspectiva, integrando-a ao jogo institucional na mesma medida em que seu conte\u00fado cr\u00edtico era esvaziado. Neste movimento, tr\u00eas ondas transformistas foram operacionalizadas pelo bloco no poder. Neste mini-curso temos como objetivo compreender a a primeira onda transformista, operada ao longo da chamada transi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, quando o partido da oposi\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica, PMDB, assumiu as teses hegem\u00f4nicas de transi\u00e7\u00e3o lenta e gradual \u00e0 democracia, com a cria\u00e7\u00e3o de um regime democr\u00e1tico que preservou grande parte dos elementos autocr\u00e1ticos aperfei\u00e7oados durante a Ditadura Militar.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">I- Antecedentes: do golpe militar \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da institucionalidade autorit\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">II- De Geisel \u00e0 Figueiredo: Reformas na institucionalidade autorit\u00e1ria e transi\u00e7\u00e3o (1974- 1985).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 e 2-MACIEL, David. \u201cReformas institucionais, amplia\u00e7\u00e3o da arena pol\u00edtica e elei\u00e7\u00f5es (1979-1982)\u201d e \u201cA etapa final: crise do cesarismo militar e sucess\u00e3o presidencial (1982-1985)\u201d In: <em>A argamassa da ordem: da Ditadura Militar \u00e0 Nova Rep\u00fablica (1974-1985).<\/em> S\u00e3o Paulo: Xam\u00e3, 2004, p. 207-320.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">III-A Nova Rep\u00fablica e a cria\u00e7\u00e3o da institucionalidade democr\u00e1tica (1985- 1990).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">1 e 2-SALLUM JR., Bras\u00edlio. \u201cEm busca de um novo regime\u201d e (Fichamento) \u201cNo labirinto da crise\u201d In: <em>Labirintos: dos generais \u00e0 Nova Rep\u00fablica<\/em>. S\u00e3o Paulo: Hucitec, 1996, p. 117-199.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">3 e 4- MACIEL, David. \u201cO Cruzado e o \u201cpacto social pelo alto\u201d. Do reformismo bem intencionado ao colapso do Estado desenvolvimentista (1986-1987)\u201d e \u201cDo colapso do Cruzado ao golpe do \u201cCentr\u00e3o\u201d: crise econ\u00f4mica e Constituinte (1987-1988)\u201d In: <em>De Sarney \u00e0 Collor: reformas pol\u00edticas, democratiza\u00e7\u00e3o e crise (1985-1990)<\/em>. Goi\u00e2nia, 2008, Tese (Doutorado em Hist\u00f3ria), Faculdade de Ci\u00eancias Humanas e Filosofia, UFG, p. 121-268.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As inscri\u00e7\u00f5es nos minicursos devem ser realizadas do dia 03 de Abril at\u00e9 o dia 25 de maio diretamente com a organiza\u00e7\u00e3o do evento atrav\u00e9s do email: semanadehistoriaifg@gmail.com. O t\u00edtulo do email deve ser \u201cInscri\u00e7\u00e3o em Minicurso\u201d e no corpo do email deve ser indicado o nome completo do inscrito e o minicurso de interesse. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":75,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-230","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/230"}],"collection":[{"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/users\/75"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=230"}],"version-history":[{"count":53,"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/230\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":452,"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/230\/revisions\/452"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eventos.ifg.edu.br\/7semanadehistoria\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}